
Maurício é a mais acessível das ilhas do Oceano Índico tem o mesmo mar com tons degradês de turquesa e esmeralda de Seychelles, por exemplo, mas custa um terço do preço. A ilha principal, onde se concentram os resorts, tem 330 quilômetros de costa e pelo menos dez praias sensacionais, ideais para a prática do não-fazer-nada. É quase toda cercada por recifes de coral colorido, e suas piscinas naturais transparentes a tornam ainda mais bonita dentro d'água.
Maurício permaneceu desabitada até o início do século 16, quando começou a corrida entre os europeus pela colonização do que restava do planeta. Passou pelas mãos dos portugueses (que a usaram apenas como parada de reabastecimento na rota para as Índias), holandeses (os primeiros a colonizá-la de fato), franceses e ingleses. O próprio nome da nação é uma homenagem ao príncipe holandês Maurício de Nassau (atenção: não confundir com seu sobrinho e xará, que tomou Pernambuco dos portugueses no século 17). A independência só veio em 1968.
Hoje, pouco mais da metade da população de parcos 1,2 milhão de habitantes é de origem indiana, imigrantes vindos para substituir a mão-de-obra escrava o resto se divide entre africanos, chineses e descendentes dos vários colonizadores. É essa mistura exótica que torna o lugar ainda mais fascinante. Numa mesma estrada é possível encontrar um templo hindu, uma mesquita muçulmana e uma igreja católica. Tudo numa boa, sem crises.
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Fonte: http://viajeaqui.abril.com.br/materias/boasvindas/mt_boasvindas_229995.shtml